O Corsa GSE vai estar no Caramulo Motorfestival.

Corsa GSE em versão desportiva será apresentado no Caramulo em setembro

O modelo de produção mais potente de sempre do Corsa já foi O GSE dado a conhecer em Paris e estará nos concessionários portugueses ainda este ano.
O Corsa GSE vai estar no Caramulo Motorfestival.Stellantis
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O Opel Corsa de produção mais potente de sempre vai ser apresentado no Caramulo Motorfestival, entre 4 e 6 de setembro, e depois no Salão Automóvel de Paris. Aos concessionários irá chegar ainda no corrente ano, segundo fonte oficial.

O relevante é o desempenho deste “bólide”, com aspeto e espírito desportivo, e bem à maneira dos “hot hatch” e que faz uns surpreendentes 5,5 segundos dos 0 aos 100km/h. Com uma potência equivalente de 281cv e 345 Nm de binário, consegue oferecer a potência elétrica do Mokka GSE, e faz lembrar a primeira geração do desportivo GSi, um projeto que arrancou em 1988 e que pretendia dar aos “amantes” do Corsa a experiência de um “hot hatch”. Depois foi a evolução com as várias versões do Corsa OPC até chegarmos ao mais recente Corsa GSE 100% elétrico.

Este novo “bólide” GSE (ou Grande Sport Electric) sucede ao Corsa OPC como o mais potente e o objetivo é “encostar o condutor ao banco desportivo” e, para isso, o novo Corsa tem nova tecnologia, nomeadamente tração dianteira com diferencial autoblocante Torsen de discos múltiplos e um chassis desportivo rebaixado com eixos, barras estabilizadoras e amortecedores hidráulicos. A marca garante que é possível uma desaceleração imediata a partir de velocidades elevadas com os travões Alcon, com quatro êmbolos. Em termos de design o realce vai para as jantes de 18 polegadas, os bancos desportivos, os cintos de segurança amarelos e o desempenho que pode ser lido nos ecrãs digitais.

Lembremos um pouco da história do Corsa até chegar ao dia de hoje. É em 1988 que o Corsa GSi chegou ao mercado, com 820kg de peso, guarda-lamas salientes, bancos desportivos, uma potência de 100cv e uma velocidade máxima de 188km/h. E o motor de injeção de 1,6 litros permitia fazer dos 0 aos 100km/h em 9,5 segundos. Mas era o pedal do acelerador que fazia a diferença ao demonstrar o que era um elevado binário a baixos regimes, e a engenharia completou o modelo com molas mais rígidas e amortecedores com calibração específica e travões de disco dianteiros de maiores dimensões e ventilados internamente.

A segurança em curva era potenciada pelas barras estabilizadoras à frente e atrás. No interior realçava o volante de três raios e o conta-rotações. A saga continuou em 1993 com a variante desportiva GSi 16V, com spoilers dianteiro e traseiro e ainda um ABS com controlo eletrónico. A performance tinha a ajuda do chassis desportivo e amortecedores a gás, com a novidade de uma caixa de velocidades desportiva de cinco velocidades, e uma direção assistida que era relevante nas curvas. E a velocidade máxima a ultrapassar os 200km/h foi conseguida em 2001 com o Corsa C GSi, sendo que o motor de 1.8 litros e os 165Nm de binário impressionavam pelas acelerações.

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