A Alfa, com os seus Alfettas do pós-guerra, era a força dominante, mas apesar das suas três vitórias, Fangio deixou escapar o primeiro título da história do mundial de F1 para Farina. Mas não foi por isso que “El Chueco” ou o “Maestro” deixou de gravar o seu nome nos anais da competição. Fê-lo por cinco vezes durante essa década, conquistando títulos mundiais com a Alfa Romeo, Maserati, Mercedes e, inevitavelmente, com a Ferrari. Pentacampeão do mundo de F1, uma proeza que só seria batida meio século depois pelo alemão Michael Schumacher.
No final da sua carreira na F1, em 1957, Juan Manuel Fangio tinha 46 anos e era uma super estrela planetária, conhecido, admirado e respeitado nos quatro cantos do mundo como o maior ás do volante vivo, até porque os ases do volante daquele tempo não tinham grande esperança de vida, já que o automobilismo era e continuaria a ser o mais mortal dos desportos.