Miguel Oliveira fechou a prova do Estoril em 8.° lugar. Este domingo, dia 11 de outubro, depois de uma corrida matinal em que falhou o pódio por 141 milésimos de segundo, o piloto português da BMW voltou a entrar na pista do Circuito do Estoril, mas não conseguiu melhorar essa classificação, nem chegar ao pódio como desejava.
Partiu em quinto lugar, mas a entrada em cena na última corrida da etapa portuguesa do Mundial de Superbikes, não foi tão boa como na corrida de sábado e na Superpole de domingo - terminou ambas em 4.° lugar - e acabou por descer até 14.° devido a duas pequenas, mas penosas, saídas de pista. Miguel Oliveira foi depois recuperando posições, mas as voltas era poucas para dar luta aos da frente e cortou a bandeira xadrez em 8.° lugar.
Nicolo Bulega voltou a mostrar porque chegou à penúltima etapa do Mundial já campeão, e venceu a sua terceira corrida num fim de semana em cheio para o italiano da Ducati. Iker Lecuona (Ducati), terminou em segundo e Alberto Surra (Ducati).
Apesar da ausência de festa no pódio, o piloto de Almada teve no Estoril o segundo melhor desempenho da época 2026, que termina na próxima semana em Jerez de lá Fronteira, depois dos três pódios conseguidos em março, na etapa de Portimão.
Berni Ecclestone foi a personalidade ligada ao desporto motorizado que mais se destacou no paddock, tendo estado na grelha de partida da Superpole ao lado de Miguel Oliveira e de Jorge Viegas, o português que preside à Federação Internacional de Motociclismo. Em declarações à Danz, o senhor Fórmula 1, como é conhecido, disse que a F1 "devia estar no Estoril".
Ecclestone concorda: "Sempre foi um local fantástico, as pessoas adoram vir para cá. E as pessoas que gerem a Fórmula 1 deviam olhar para isto. Nós, da Fórmula 1, devíamos estar era aqui. Tentei fazer algo para assumir este circuito há alguns anos, pois acho que tem tudo", disse Ecclestone, mostrando assim interessa em investir no circuito, que irá ser cedido a privados, depois de uma consulta ao mercado, como disse o presidente do Autódromo, Paulo Toste ao DN.

