A família Grande Panda está completa e o último a chegar ameaça ser o melhor. Falamos do Grande Panda 1.2 a gasolina na versão La Prima, que é a mais bem equipada. O teste foi feito durante dois dias em todo o tipo de estradas e a revelação foi surpreendente, tanto a nível de motor, como a nível de conforto e de design.
O Fiat Grande Panda com um motor turbo de 1.2 litros e três cilindros, debita 100 cv de potência e 205 Nm de binário e é acompanhado por uma caixa manual de seis velocidades. A reação em estrada é excelente, em termos de aceleração e travagem, sendo ajudado por uma suspensão suave e por uma afinação de motor que permite consumos inferiores a 5 l/100 km.
O design de interior tem um estilo que é claramente italiano, iluminação LED à frente e na traseira, jantes de 17 polegadas, volante revestido, porta-luvas superior fechado, ar condicionado automático, navegação integrada, sensores de estacionamento dianteiros e câmara traseira e um preço que na versão de entrada começa nos 15.900 euros e na versão mais completa ultrapassa os 22 mil euros. Um carro completo para trabalho citadino ou para percursos longos com família.
Os italianos sempre foram bons a desenhar este tipo de veículos e o Grande Panda foi um sucesso desde a primeira geração. Não sendo um SUV, tem uma condução relativamente elevada, o que o torna muito confortável, tem boa aderência e curva sem dificuldade. Um carro moderno, mas ao estilo clássico. Sem ambições para ser um estradista desportivo, o Grande Panda cumpre em versatilidade e agilidade para cidade, estrada e off-road.
A família Grande Panda oferece ainda a variante híbrida que combina um motor de 110 cv com uma bateria de iões de lítio de 48 volts e uma transmissão eletrificada de dupla embraiagem, uma eDCT. A versão 100% elétrica tem uma bateria de 44 kWh e um motor com uma potência equivalente a 113 cv.

